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A ÍNCLITA GERAÇÃO

por João Castro e Brito, em 19.09.22

a ínclita geração2.jpg

Pronto, pá, como o prometido é devido, passo a escrever ou passo a escrito – conforme te aprouver – qualquer coisinha sobre a chamada "Ínclita Geração" ou "Noble Generation" – só para inglês ver.
Posso garantir-te, a pés juntos, que não se tratou de uma "geração rasca"; antes, pelo contrário!
Prossigamos, então, na descrição deste epíteto que é dado na História de Portugal aos filhos de Dom João I.
Ora, após a morte do rei, paizinho desta tão nobre e ilustre geração, Philippa of Lancaster, indeed Leicester, aliás Dona Filipa de Lencastre, aliás a mãezinha, subiu ao trono provisoriamente até um dos filhos, Dom Duarte, "O Mudo Sorridente", aprender a falar, tarefa de todo impossível, sabendo-se que nesses tempos recuados não existia, ainda, terapia da fala. Por outro lado – rezam as crónicas de antanho – , desde a nascença até ao último suspiro, nunca parou de sorrir. No entanto há quem sustente o contrário, enfim, as contradições do costume.
Contudo, a mudez, como característica inata do rei Dom Duarte desde tenra idade, manifestou-se, sobremaneira, anos mais tarde, no campo legislativo. Vários historiadores crêem que já era mudo à nascença, dado que não há registo sonoro do primeiro vagido. Porém, tal convicção, sem grande profundidade, carece de homologação .
Foi durante o seu reinado que foi elaborada a "Lei Mental" que nunca se chegou a saber o que era. Como era mental, nunca foi escrita nem oralizada.
Durante o reinado efémero de Dom Duarte, um dos manos, Dom Henrique, prosseguiu com o projecto megalómano de mandar erigir o Padrão dos Descobrimentos, apesar dos avisos do rei (convém referir que os avisos eram feitos, obviamente, em linguagem gestual) de que aquilo ia transformar-se num enorme mamarracho. Para não referir a brutal despesa que tal capricho representava para os cofres do tesouro que estavam nas lonas; já naquele tempo, valha-nos Deus!
É claro que tudo se recompôs temporariamente, após o descobrimento do Brasil, graças às remessas de ouro dos bandeirantes. Foi desse modo que outro mano, o Dom Manuel, que sucedeu a Dom Duarte (é claro que o Dom Manuel não fez parte desta nobre fraternidade, mas, por outro lado, o objectivo desta crónica não é dar lições de história, seja a quem for. Por isso só tenho de pedir desculpa ao professor Mattoso pela minha elevada ignorância), derreteu todo o ouro, mandando construir o Centro Cultural de Belém, ao seu estilo (manuelino), e uma fábrica de pastéis de nata mesmo ao lado, para não ficar atrás do mano.
Dom Henrique, sentindo a sua obra ofuscada pela mania das grandezas do irmão, não esteve com meias medidas e, de uma assentada, fundou a Escola Náutica de Paço de Arcos, enviando naus catrinetas por mares nunca dantes navegados. Em boa hora o fez, pois foi graças à sua visão, muito avançada para a época, e aos seus audazes capitães das naus, que foram descobertas as ilhas Berlengas; Seixal; Brandoa e Telheiras Sul.
No entanto, os desmandos da Ínclita Geração colocaram o tesouro do reino, novamente, numa situação periclitante, fazendo com que as agências de notação financeira baixassem o nosso nível para mais uns pontos abaixo de lixo, o que já era muito chato para os propósitos do rei que, para obviar a grave situação económica, sobrecarregava a plebe com impostos atrás de impostos, no sentido de descer a dívida pública.
Regressando a Dom Duarte: Foi no seu curto reinado que aconteceu um feito militar relevante e que ficou para os anais (atenção ao étimo da palavra anais e ao contexto onde está inserida) da nossa História: Dom Fernando, o mano caçula, cognominado de "O Mártir" (não confundir com um jihadista islâmico), na altura a residir ali para os lados dos Prazeres à Infante Santo, teve uma vontade danada de comer tângeras. Foi um desejo assim a modos muito repentino e intenso. Todavia, como não havia tângeras, nem no mercado da Ribeira, nem no de Campolide, Dom Fernando tentou persuadir o mano Dom Duarte a enviar a armada a Tânger a fim de adquirir no mercado local umas boas toneladas do citrino dos seus desejos. O rei hesitou em aceder ao pedido do irmão porque, como já tinha referido, Portugal estava novamente falido, a UE ameaçava o reino com mais medidas de austeridade e o, então, ministro do tesouro alemão e a "troika" queriam vir por aí abaixo com os seus exércitos para pôr ordem nas contas públicas.
Para compor o ramalhete da desgraça, os estaleiros navais de Viana do Castelo, importante pólo de construção de naus catrinetas e caravelas, tinham sido vendidos a um armador grego, falido, um tal Aristóteles Conassis que se revelou um mau negócio para o reino de Portugal.
Porém, Dom Fernando, astuto como era, contra-argumentou com a velha história de que se podia aproveitar a ocasião para combater os sarracenos e dilatar a fé cristã além mar. Isso convenceu Dom Duarte a consentir a expedição sem olhar a meios e despesas.
Reza a História que a "Invencível Armada" (sei que não se tratava da armada em que estão a pensar, mas deixem-me continuar que depois explico) capitulou às mãos dos "infiéis" e, para cúmulo, capturaram Dom Fernando e mandaram-no para as masmorras sem apelo nem agravo.
Quanto aos marinheiros que restaram desta expedição inglória, uns regressaram a nado a Vila real de Santo António e outros converteram-se ao islamismo, indo engrossar as fileiras do Daesh.
Entretanto, o tempo passou e os Mouros, através da sua encarregada de negócios em Lisboa, a embaixadora Mira Omar Salgado (ainda hoje, não se sabe ao certo se era Salgado pela parte do pai ou da mãe, mas também é irrelevante para a história) exigiram a devolução de Ceuta em troca da libertação do infortunado Dom Fernando. Em face deste ultimato mourisco, as cortes reuniram-se na Quinta da Sardinha, no Pinhal de Leiria e, depois de uma valente sardinhada regada com vinho tinto rascante do Cartaxo, já muito bêbedas (as cortes, claro), decidiram que a vida de "O Mártir" não valia um avo em comparação com Ceuta.
Revanchistas, os mouros mantiveram Dom Fernando preso num antro até ao final dos seus dias. Não a pão e água, tampouco a tângeras, mas a tangerinas, pois era consabida a sua intolerância intestinal às tangerinas.
É facto, embora careça de confirmação (peço desculpa pela incoerência), que nos últimos dias de vida, Dom Fernando, já só ossinhos e peles, implorava a Alá que aqueles bárbaros berberes e beluínos (não confundir com beduínos) lhe dessem, ao menos, um pratinho de kebab acompanhado com arrozinho árabe. Até dispensava os talheres porque naquelas paragens sempre se comeu com as mãos e ele já se habituara aos costumes daquela gente incivilizada. Os mouros, sabendo que aquilo era tudo fita dado que Dom Fernando fincara sempre o pé a uma possível conversão à fé islâmica, martirizaram-no ainda mais, com tangerinas, tendo "O Mártir" falecido, depois de morto com tanto martírio, já Infante Santo.
Voltando, ainda, a Dom Duarte, está devidamente documentada a sua veia literária, mas também científica, legando-nos obras como – agora a sério – "Leal Conselheiro", produto profusamente ilustrado, da sua colecção iconográfica, com conselhos e orientações sobre a igualdade de género (muito à frente no seu tempo); "Livro de bem cavalgar toda a sela sem cavalo" que, como o próprio título indica, se destinava a ensinar a montar sem cavalo, trabalho que foi considerado pelos críticos literários um "best seller", não tendo merecido, imerecidamente, um prémio Nobel da Academia Sueca porque, já naquela altura, aquela cambada de incultos não ia à bola com Portugal.
Finalmente, um terceiro livro que deu brado, "O Livro da Misericórdia" que é, com efeito, "O Livro da Misericórdia".
Todavia, o êxito das vendas da sua obra foi demasiadamente agitado para a sua frágil cabeça que não aguentou um esgotamento cerebral e teve morte imediata, vindo a falecer de peste numa manhã de nevoeiro em Alcácer Quibir.
E pronto; esgotou-se-me a prosa. E olha que foi assim uma coisa repentina! Isto ia tão bem e de um momento para o outro bloqueei; que estupidez! E ando a tomar os comprimidos; faria se não os tomasse!...
Espero que tenhas gostado, tanto como gostei de ter escrito acerca desta geração bestial (não confundas com besta, nada disso!).

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DOM JOÃO I

por João Castro e Brito, em 06.10.21

dom joão i.jpg

Eis-me regressado a um tema sobre o qual muito me apraz escrever. É uma paixão, por assim dizer. Já deves ter adivinhado pelo título, claro! É isso mesmo: História de Portugal. Boa!
A talhe de foice, pá: quero pedir-te desculpa por alguns anacronismos que possam surgir numa ou outra passagem deste texto, mas sem eles isto ainda tinha menos piada, acredita.
Desta feita, apeteceu-me escrever acerca da dinastia Joanina (ou de Avis), se não te importares. Acho que vai ser do teu agrado, embora – como sempre – diga isto com uma certa reserva.
Lá mais para a frente, se estiveres pelos ajustes, debruçar-me-ei sobre outro capítulo, também muito marcante, e até conturbado, da nossa história, sob o título: A Ínclita Geração ou "the Illustrious Generation" – só para inglês ver. Isto é, se não cair de bruços, evidentemente.
Pensei que seria injusto não abordar, mesmo em síntese (para uma abordagem mais profunda, podes consultar as Obras Completas do professor José Mattoso), os percursos de algumas personagens que marcaram essa época. No fundo, é um esforço pessoal, sem fins lucrativos (esta frase não me é estranha), para que as novas gerações, que continuam a ser tudo menos "rascas", não esqueçam os feitos heróicos dos nossos antepassados. Para isso, também conto com a tua prestimosa colaboração, no sentido de acarinhar o meu esforço de divulgação porque, afinal, não se trata da história dos outros, mas da nossa.
Vamos lá, então, porque sei de antemão que gostas de recordar as façanhas dos nossos "egrégios avós" e o saber não ocupa lugar, como disse alguém que agora não vem ao caso. Por conseguinte, reza assim, segundo o meu modo de ver a coisa:
Depois daquele período fantástico ao qual se convencionou chamar Interregno, subiu ao trono, leve como um passarinho, apesar da obesidade mórbida de que padecia – passe a contradição – , Dom João I, o de "Boa Memória", filho bastardo de uma relação extra-conjugal entre Dom Pedro I e uma cortesã galega, danada para a brincadeira.
João era um cromo do caraças, pois conseguia recordar-se, tintim por tintim, de todas as batalhas travadas contra Castela. Também sabia, de cor e salteado, os nomes dos presidentes portugueses, desde Teófilo Braga até ao professor Marcelo, sem esquecer a raiz quadrada de nove. Para aquele tempo era um feito prodigioso! Contudo, o nosso rei que, por sinal, era muito belicoso, sentiu a necessidade de ter um braço direito que percebesse algo mais acerca da arte da guerra. Depois, era uma lacuna que faltava preencher, dado que perdera o seu nas suas lutas contra os castelhanos.
Ora, como o General Sun Tzu já estava aposentado da tropa, ia para vinte e um anos e seis meses; ademais, andava sempre a dormir na fila por via da sua dependência do ópio, Dom João I pensou que a escolha do general seria uma má opção. Mais a mais, para piorar a situação, viajar da China até cá, seguindo a rota da seda, demorava cinco anos e nove meses, mais coisa menos coisa. Assim, optando pelo mal menor, decidiu que Dom Nuno Álvares da Câmara Pereira, na altura já com 56 anos (idade muito avançada para a época), a sofrer de gota e cheio de cataratas, ainda estava apto para ser novamente mobilizado. Continuaria como o Incontestável do reino (não confundas com o Santo Condestável, dado que DNACP era muito instável).
É claro que ninguém ousou contrariar a decisão do rei, sob pena de ir parar às masmorras de Fez que, por sinal, era uma prisão com muito má reputação. O Infante Santo que o diga! E o mal que Fez lhe fez, é disso o pior exemplo. Já para não dizer da obrigatoriedade das pessoas terem de usar fez em Fez, nesses tempos recuados.
Regressando à história, peço desculpa:
O problema é que os sacanas dos castelhanos não desarmaram. Aliás, estavam muito mais bem armados q'a gente e entraram em Trancoso (segundo o professor José Mattoso, eles entraram em Viseu, carecendo, ambas as teses, de confirmação factual), cheios de más intenções. Os portugueses, em menor número e bestialmente mal armados (é o costume, nunca há bestas que cheguem para todos), formaram-se em dodecaedro e derrotaram os espanhóis à trancada q'é por causa das tosses (Esta batalha vem descrita nas Profecias do Bandarra, famoso sapateiro de Trancoso. Faz lá o favor de as ler porque a preguiça intelectual é muito feia!).
Porém, o rei de Castela não quis abdicar, do pé para a mão e muito menos da mão para o pé, deste torrãozinho à beira-mar plantado e, em meados de 1385, voltou a invadir terras lusas, desta feita com um exército altamente apetrechado e fortemente motivado. Pudera, pois nem todos os exércitos se podem gabar de trazer consigo um canil completo; inclusive com um veterinário e tudo!
Traziam, também, canhões sem recuo da Primeira Grande Guerra, capturados aos hunos, e até umas roupinhas fim de estação que haviam sobrado das últimas "rebajas de verano".
DNACP que não havia nascido ontem, muito antes pelo contrário, e sendo instável, mudou de táctica e desta feita avançou ao encontro dos invasores com um pequeno exército de pouco mais de meia dúzia de gatos pingados, mas com uma fé inabalável numa vitória esmagadora.
O encontro teve lugar numa povoação denominada, ao tempo, Ajubarrota (do árabe Al Juba Rota, topónimo que se manteve quase até aos nossos dias. Actualmente, chama-se Aljubarrota), junto a uma padaria cujo dono, um possante e garboso padeiro chamado Beatriz Brites de Almeida, ficou lendário por ter despachado, à pazada, uns quantos castelhanos que se tinham escondido no forno da sua padaria. Prometo-te que, lá mais para a frente, dedicarei um artigo a este famoso padeiro de Aljubarrota. Prossigamos, senão disperso-me:
O exército português dispôs-se, desta vez, em icosaedro regular, não tendo qualquer dificuldade em dispersar as tropas inimigas, as quais foram parar a Salamanca sem saberem como nem porquê. Pode-se dizer que foi uma vitória e pêras (ou em toda a linha se te soar melhor), graças à estratégia instável do Incontestável do reino.
É óbvio que o bom êxito das nossas tropas sobre os nuestros hermanos, só foi possível graças à mais "Velha Aliança" que Dom João I fez com os ingleses.
Os "bifes" apoiaram-nos, enviando para cá umas bestas já obsoletas, utilizadas na guerra dos cem anos, e a princesa Dona Filipa de Lencastre que media mais de dois metros de altura e pesava cerca de cento e cinquenta quilos.
O rei, para consolidar o tratado com com os gajos (Tratado de Windsor -1386), teve de tirar um curso de inglês por correspondência e casar-se com a Dona Filipa. Depois de consumado, o casamento, fez-lhe de uma assentada, oito filhos, não se sabendo qual o método que utilizou para o efeito, dado que só media um metro e cinquenta e dois centímetros de altura.
Mas, lá que foi um feito (aliás, oito), isso é insofismável! Porém, como nesse tempo ainda se estava muito longe da eficácia dos actuais testes de paternidade, jamais se saberá se, efectivamente, seriam seus. Uma coisa é certa: Dona Filipa de Lencastre era uma rainha muito mundana e dada a festas, nomeadamente, nocturnas.
Por outro lado, também é consabido que o rei passava mais tempo na guerra do que na corte, descurando, assim, as suas obrigações conjugais.
Bom, mas desta badalada união, resultou, então, a chamada "Ínclita Geração", de que faziam parte Dom Duarte que foi rei, Dom Pedro que foi culto, Dom Henrique que foi navegador, Dom Fernando que foi mártir e santo, Dom João que foi infante e Dona Isabel de Herédia que foi uma Borgonha e casou, séculos mais tarde, com Dom Duarte Pio, bispo de Bragança.
Dom João I, para além de um excelente fazedor de filhos (sem confirmação científica) e um valente guerreiro, era um excelente contador de histórias; sobretudo, histórias da carochinha. Diz-se, embora sem comprovação oficial, que este monarca também era muito amigo do povo, concedendo-lhe algumas regalias (naquele tempo ainda não se falava em direitos fundamentais, livre arbítrio e outras tretas modernas da democracia participativa) e muito justamente porque o povo sempre o tinha apoiado nos momentos mais difíceis da sua reinação (reinação porque o rei, quando não estava a guerrear, estava na pândega). Recorde-se que, se não fosse a plebe, ele nunca teria sido rei porque era gordo e muito baixinho.
Assim, por decreto régio e para obviar, pelo menos, a desvantagem da estatura, decidiu criar uma câmara baixa, por contraposição com outra já existente, a câmara alta (só para os lordes com mais de um metro e noventa e nove). Diga-se, em abono da verdade, que o fez sob a influência de Dona Filipa, aliás, Philippa of Lancaster.
Com a extraordinária e persuasiva presença da consorte, o rei limitava-se a assinar por baixo.
Dom João I, para além de rei d'Aquém, também pretendia ser rei d'Além-mar e levar a fé cristã até aos povos pagãos de outras paragens. Em face dessa tão nobre ambição, decretou a constituição de uma poderosa e "invencível armada" de cerca de duzentas naus catrinetas e uns tantos barcos rabelos de apoio logístico.
Assim, a malta lá rumou até Tanger, com largada do Cais do Sodré.
Foi difícil, mas, com jeitinho, couberam todos e não houve abalroamentos.
Decorria o ano de 1415, fazia um calor de ananases e o vento não estava de feição para o velame. Contudo, fizeram-se ao mar da Palha, remando contra a maré.
Entretanto, o Infante Dom Henrique, em gozo de férias na Ponta de Sagres, pôs-se à coca a ver se os via passar para além da Taprobana (que me desculpe, mais uma vez, o bom professor Mattoso, por alguma incorrecção histórica, mas a minha memória está uma desgraça!).
Henrique deu novos mundos ao mundo, de facto é facto, mas isso será tema para outra história porque já se me varreu o que ia a escrever. Vou abreviar isto às três pancadas, desculpa lá, pá!
Ah, espera! Antes de terminar, devo acrescentar que foi mais ou menos por essa altura que DNACP decidiu recolher ao convento das Carmolitas de Nossa Senhora do Carmo (*) para se dedicar à prática do bem, donde se deduz que até ao seu recolhimento tinha sido um grande bargante...
(*) Actualmente, só restam ruínas deste convento que, como é do conhecimento geral, ruiu juntamente com a Trindade durante o terremoto de 1755. Daí a expressão corrente, "cair o Carmo e a Trindade". 

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